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 SEXUALIDADE X DEFICIÊNCIA

Por: Carina Silva

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É uma temática da vida cotidiana dos portadores de deficiência. O senso comum delimita a vida sexual de portadores de deficiência física como se esta atividade não existisse ou como um tabu.

 

Por desconhecimento, uma série de suposições não verdadeiras é realizada, são criadas crenças e visões estereotipadas, além do preconceito. O aprendizado destas pessoas é realizado através de contato com outros indivíduos portadores de deficiência. Com o advento da tecnologia, tornou-se um pouco mais fácil a busca de informações. Dependendo da dimensão do trauma sofrido, nos casos em que as sequelas dificultam o caminho entre desejo, excitação e orgasmo, os estímulos sexuais não são suficientes para ativar o desejo sexual.

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|-A sexualidade para deficientes físicos

 

É gente, os jovens pesquisados e que possuem algum tipo de limitação física, foram unânimes em dizer:  "...O nosso órgão sexual é a nossa mente..." Não importa qual é a condição física da pessoa, é na mente que boa parte da nossa sexualidade se manifesta. A imaginação, quando estimulada pelo contato com algum tipo de conteúdo sexual, ativa o desejo sexual fazendo com que o corpo responda a esses estímulos através de ereção peniana, no caso dos homens ou por meio da lubrificação, nas mulheres.

Quando falamos em alunos de inclusão, uma realidade mundial, muitos pensam logo qual sua deficiência, qual sua doença, o que você tem, porque sua cabeça é maior que seu corpo, porque não consegue falar como os demais na sala, você me ouve, você me vê, se comunique comigo. Essa é a chave para a verdadeira inclusão acontecer. A inclusão acontece quando a comunicação acontece, quando o ser diferente é normal, independente da deficiência de cada um, da síndrome de cada um.

Nesse momento que inicia-se a comunicação, também, começamos a nortear a interatividade entre todos de uma escola e/ou sala de aula. Meu nome é Carina Belchior, vou comentar com vocês sobre o meu primeiro contato, como professora, de crianças  com deficiências, foi quando fui substitui na A.P.A.E do interior de São Paulo- Brasil, e haviam quatro alunos com deficiência severa, pensei não voltar mais naquela escola.  Leia + no Blog Girls