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TECNOLOGIA

Por: João Bracco

Entenda como funciona o AI Pin, dispositivo que pretende acabar com os celulares

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É provável que o AI Pin tenha cometido uma falha fatal: o preço. O dispositivo custa tanto quanto um smartphone, ao mesmo tempo que oferece significativamente menos funcionalidades. Na semana passada, a Humane revelou um Pin de IA que você pode usar “grudado” ao peito. A reação a um dispositivo sem tela, sem aplicativos e com um custo de US$ 700, além de um adicional de US$ 24/mês, não foi agradável. Muitos comentários desde então têm sido negativos e até mesmo depreciativos.

 

O dispositivo é uma tentativa de trazer a computação para a experiência humana. Com uma câmera de 13 MP, GPS, conexão de celular, acelerômetro, sensor de luz, microfone, alto-falante, miniprojetor para comunicação visual e bateria magnética, o verdadeiro atrativo é a assistência onipresente de IA via ChatGPT em sua vida, sem colocar um painel de vidro – ou um fone de ouvido XR como o Apple Vision Pro – entre você e a vida real. No mínimo, o gadget é interessante. Quando for totalmente explorado, pode realmente significar uma nova forma de integrar a computação nas nossas vidas.

O fundador da Microsoft, Bill Gates, falou recentemente sobre o impacto da IA ​​em nossos dispositivos por meio de um de seus meios de comunicação menos oficiais: sua conta no Reddit. Uma das coisas que ele disse é que os aplicativos vão morrer.

 

“Para realizar qualquer tarefa em um computador, você precisa informar ao seu dispositivo qual aplicativo usar. Você pode usar o Microsoft Word e o Google Docs para redigir uma proposta comercial, mas eles não podem ajudá-lo a enviar um e-mail, compartilhar uma selfie, analisar dados, agendar uma festa ou comprar ingressos de cinema”, escreveu Gates. “Nos próximos cinco anos, isso vai mudar completamente. Você não precisará usar aplicativos diferentes para tarefas diferentes. Você simplesmente dirá ao seu dispositivo, em linguagem cotidiana, o que deseja fazer.” 

Em outras palavras, IA é a interface — o que é uma ideia interessante. Os aplicativos são uma interface para realizar uma tarefa, mas a melhor interface é simplesmente a execução da ação solicitada.

 

Os smartphones têm sido a forma mais disruptiva e poderosa de trazer o poder da computação para os aspectos da vida cotidiana. Mas a interface que lhes foi dada – o painel de vidro, a grade de aplicativos – guiou essa evolução tanto quanto a permitiu.

No entanto, é provável que o AI Pin tenha cometido uma falha fatal: o preço. O dispositivo custa tanto quanto um smartphone, ao mesmo tempo que oferece significativamente menos funcionalidades — por enquanto. Como um computador – mesmo que esteja na sua mão – um smartphone é uma máquina de uso geral. O AI Pin da Humane também é um computador, mas suas possibilidades de uso são limitadas.

 

Ars Technica chama o AI Pin de “um cruzamento bizarro entre o Google Glass e um pager com uma câmera assustadora na sua cara”. O Business Insider diz que é “estranho” e não pode substituir o seu telefone. “Se você estiver usando o broche Humane AI e os Meta Raybans e tocar em ambos ao mesmo tempo, uma captura de tela da sua vida será tirada e carregada na nuvem”, brincou um piadista no Threads. Nada disso quer dizer que o AI Pin seja inútil ou ruim. Na verdade, para os casos de uso que a equipe Humane identificou – ficar menos preso em nossos smartphones e participar mais na vida real – as simplificações do AI Pin podem até ser positivas. Fonte: Forbes

Humanos podem ser imortais até 2030, afirma ex-engenheiro do Google

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Para o futurista Ray Kurzweil, humanidade terá meios para combater envelhecimento e doenças. Faltam 7 anos para a humanidade passar por uma nova revolução nunca vista, será o momento em que o homem poderá alcançar a imortalidade. A previsão vem do inventor e futurista Ray Kurzweil, que é um pioneiro na área de inteligência artificial.

 

O cientista da computação de 75 anos acredita que em 2030  os humanos terão tecnologia e meios para combater o envelhecimento e as doenças por meio de robôs microscópicos, nanorrobôs, que poderão ser injetados na corrente sanguínea, em corpos humanos, para curar doenças ao nível celular, como, por exemplo, o câncer. E isso já ocorre, engenheiros médicos já trabalham nessa nova tecnologia. Além disso, o especialista acredita que a humanidade será melhor com o uso dos nanorrobôs, com mais qualidade de vida.

 

"Nós vamos ser capazes de atender às necessidades físicas de todos os seres humanos. Vamos expandir nossas mentes e ter mais neocórtex. Vamos ser mais engraçados e melhores na música. Vamos ser mais sexy. Nós realmente vamos aprimorar todas as coisas que valorizamos nos seres humanos em um grau maior", explica o engenheiro.

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Inteligência artificial em breve deve superar a inteligência dos humanos, segundo Kurzweil | Unsplash

 

Várias previsões acertadas

 

Ele, que já foi alto executivo e cientista do Google em 2012, trabalhando em projetos que envolvem o aprendizado de máquina e processamento de linguagem.
 
Autor de livros futuristas, ele escreveu obras como "A Singularidade está Próxima", onde Kurzweil prevê que até 2045, a inteligência artificial superaria a inteligência de todos os humanos e este seria o momento da inteligência humana se fundir com a inteligência artificial, levando a um novo passo de evolução da espécie. 

Já fez 147 previsões assertivas, ou seja, realmente aconteceram, chegando a marca de 86% de precisão. 

 

Em 1990, Kurzweil previu vitória de um computador sobre o melhor jogador de xadrez o mundo, quando em 1997, o campeão mundial russo, Garry Kasparov perdeu uma partida para o computador Deep Blue, da IBM.

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Além disso, o cientista previu também que até 2029, uma inteligência artificial pode superar um teste computacional de Turing, se referindo a computadores que podem pensar como humanos.

 

Ray defende, ainda, o conceito de "singularidade", que estima o momento em que a IA excede o controle humano e transforma a sociedade.

 

Com a "imortalidade" sendo atingida em 2030, uma potencial singularidade poderia ser alcançada no ano de 2045.

 

Foram previstos também uso generalizado de laptops, além de reforçar que os computadores atuais, com valor de US$ 1 mil, já teriam a capacidade de armazenamento semelhante a de um cérebro humano.

POR QUE você deve reiniciar o seu roteador WI-FI toda sexta-feira no FINAL DA TARDE?

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Você sabia que reiniciar o seu roteador WI-FI toda sexta-feira no final da tarde pode te ajudar a resolver um grande problema que afeta milhões de pessoas em todo o país? Parece loucura, mas é verdade.

 

Curiosamente, este hábito se alinha com o pôr do sol de toda sexta-feira, um momento que não é apenas o prenúncio do descanso merecido, mas também a chave oculta para renovar as energias do seu roteador Wi-Fi. Por que essa prática é tão importante? Bem, a resposta é um tesouro de conhecimento que aguarda ser desvendado. Confira todos os detalhes abaixo!

 

Por que você deve reiniciar o seu roteador WI-FI toda sexta-feira no final da tarde?

 

Você já passou por isso: está no meio de uma série na Netflix, ou jogando um jogo online, até mesmo conversando no WhastApp e a internet cai. É frustrante, não é mesmo?

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  • O roteador WI-FI é um dispositivo eletrônico que fica ligado 24 horas por dia, 7 dias por semana.
  • Durante esse tempo, ele pode acumular dados e memória cache, o que pode afetar o desempenho da sua internet.
  • Ao reiniciar o roteador, você está limpando esses dados e memória cache, o que pode melhorar a velocidade e a estabilidade da sua conexão.
  • Além disso, reiniciar o roteador também pode ajudar a corrigir problemas de conexão que possam estar ocorrendo.
  • Benefícios de reiniciar o roteador WI-FI toda sexta-feira
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Ao reiniciar o seu roteador WI-FI toda sexta-feira, você pode aproveitar os seguintes benefícios:

 

  • Melhora a velocidade da internet
  • Aumenta a estabilidade da conexão
  • Corrige problemas de conexão
  • Prolonga a vida útil do roteador

 

Então, se você quer aproveitar o seu final de semana sem se preocupar com a internet, a melhor coisa a fazer é reiniciar o seu roteador toda sexta-feira no final da tarde ou sempre que você perceber alguma falha no aparelho!

Como reiniciar corretamente o seu roteador WI-FI

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Reiniciar o roteador WI-FI é muito simples. Basta seguir esses 5 passos:

 

  1. Desconecte o cabo de alimentação do roteador da tomada.
  2. Aguarde alguns segundos.
  3. Conecte o cabo de alimentação do roteador novamente à tomada.
  4. Espere o roteador ligar.
  5. Pronto, seu roteador está reiniciado!

 

Conclusão

  • Reiniciar o roteador WI-FI toda sexta-feira é uma ação simples que pode trazer muitos benefícios para a sua internet.
  • Se você quer aproveitar o seu final de semana sem se preocupar com a internet, a melhor coisa a fazer é reiniciar o seu roteador toda sexta-feira no final da tarde.

Meta e TikTok: por que redes estão criando versões pagas sem anúncios?

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O TikTok e a Meta, dona das redes sociais Facebook e Instagram, estão explorando a possibilidade de lançarem  versões pagas das plataformas digitais que não mostrem anúncios aos usuários.

 

Embora a novidade ainda não tenha sido oficializada pelas empresas, valores e detalhes já vazaram na imprensa estadunidense.

 

Versões sem anúncios seriam a resposta das grandes redes sociais a novas leis europeias que garantem a proteção de dados pessoais dos usuários.

 

As alternativas teriam um custo e dariam às pessoas a possibilidade de utilizar as plataformas sem terem suas informações utilizadas para a personalização de anúncios.

 

Novas leis europeias

As  novas leis aprovadas pela União Europeia são a Lei dos Serviços Digitais (DSA, na sigla em inglês) e a Lei dos Mercados Digitais (DMA).

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Consideradas por especialistas como as mais avançadas do mundo, as leis impõem limites às empresas de tecnologia tanto no que diz respeito ao funcionamento para os usuários quanto em relação à concorrência.

 

E algumas das regras previstas por essas leis - a maioria entra em vigor em fevereiro do ano que vem - atingem diretamente a forma como as redes sociais ganham dinheiro. Atualmente, plataformas como Facebook, Instagram, TikTok e Twitter lucram através de publicidade direcionada aos usuários.

 

Isso significa que todas as informações que as pessoas dão às redes sociais, como curtidas, comentários, compartilhamentos, buscas e vídeos assistidos, são usadas por elas para traçar um perfil de cada pessoa, entendendo seus gostos pessoais. Esse perfil é usado para direcionar não apenas conteúdo, mas também publicidade.

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Através de anúncios direcionados, as plataformas conseguem atingir exatamente o público pretendido por uma marca, fazendo com que elas ganhem mais dinheiro de anunciantes. Embora muito lucrativo para as empresas de tecnologia,  esse modelo de negócios é pouco positivo para a proteção de dados pessoais dos usuários.

 

Justamente por isso, a União Europeia aprovou as leis que avançam na proteção das pessoas que usam as redes sociais. Dentre diversas outras regras, as novas legislações exigem que:

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  • empresas deixem de direcionar anúncios com base em dados pessoais sensíveis, como opiniões políticas ou orientação sexual;
  • empresas obtenham o consentimento dos usuários antes de processar dados pessoais para publicidade direcionada.

 

Além da DSA e da DMA, recentes decisões tomadas por tribunais europeus envolvendo o Regulamento Geral sobre a Proteção de Dados (GDPR, na sigla em inglês) também apontam para a ilegalidade no uso de informações pessoais para o direcionamento de anúncios por parte das empresas de tecnologia.

 

Atualmente, ao utilizar qualquer rede social, os usuários já concordam com suas políticas de privacidade, que prevêem o uso de informações pessoais para o direcionamento de publicidade.

 

Até o momento, porém, as pessoas que não concordam com esses termos não têm outra opção a não ser não utilizar a plataforma em questão.

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E é justamente isso que reguladores da União Europeia negociam com a Meta, segundo o jornal estadunidense

 

The Wall Street Journal: a possibilidade dos usuários negarem o uso dos dados para direcionar anúncios e, mesmo assim, seguirem utilizando as plataformas.

 

Como a medida acabaria com o modelo de negócios das empresas, foi criada uma alternativa, que seria a cobrança de uma taxa mensal para quem não quiser ter seus dados pessoais sendo utilizados para direcionar publicidade.

 

Essas versões seriam lançadas apenas em países da União Europeia, onde as empresas de tecnologia estão na mira dos reguladores.

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Segundo o Wall Street Journal, a Meta trabalha em opções que custariam:

 

  • 10 euros, para usar o Facebook ou o Instagram no computador sem anúncios
  • 16 euros, para usar as duas redes sociais no computador sem anúncios;
  • 13 euros, para usar o Facebook ou o Instagram no smartphone sem anúncios.

 

Por enquanto, não se sabe se a proposta da Meta será aceita pelos reguladores europeus. Além da empresa, o TikTok também estaria trabalhando em uma versão paga sem anúncios, segundo o Android Authority. Nesse caso, a taxa seria mais baixa, de US$ 4,99.

 

Ao TechCrunch, o TikTok confirmou os testes da novidade, e disse que eles são referentes a "um único mercado de língua inglesa fora dos Estados Unidos". Embora a empresa não tenha revelado o país, é bastante provável que seja a Irlanda, onde fica o centro de dados do TikTok na Europa.

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Mais mudanças

A possibilidade de cobrar uma mensalidade pelo acesso não é a única mudança que a Meta vem fazendo em suas plataformas na União Europeia. Também com base nas novas legislações, a  empresa liberou um feed cronológico do Reels na região.

 

A medida chega para atender a uma demanda da DSA, que exige que os usuários tenham uma alternativa além do feed gerado por algoritmos que levam em consideração dados pessoais dos usuários para definirem seus perfis.

 

A Meta já permitia globalmente que usuários vissem o feed padrão em ordem cronológica em suas redes sociais, mas isso não era possível no feed de Reels, que imita o do TikTok. Com a mudança, implementada em agosto, apenas usuários europeus têm acesso à novidade.

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"Temos trabalhado arduamente para responder a essas novas regras e adaptar os sistemas e processos de segurança e integridade existentes que temos em vigor em muitas das áreas reguladas pela DSA", afirmou Nick Clegg, presidente de assuntos globais da Meta, em uma publicação no blog da empresa na ocasião.

 

INTELIGÊNCIA ARTIFICIAL

Microsoft x Google: Inteligência Artificial promove disputa entre gigantes e preocupa profissionais de SEO

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Se você acessou as redes sociais nos últimos dias, provavelmente já está por dentro das notícias sobre ferramentas de Inteligência Artificial (I.A.) que estão movimentando o mercado.

De um lado, a Microsoft vai investir pesado na tecnologia do ChatGPT, chatbot de inteligência artificial desenvolvido pela OpenAI, que deve ser incorporado ao serviço de buscas Bing. Do outro, o Google se adiantou em anunciar o Bard, chatbot inteligente que deve integrar o Google Search em um futuro próximo.

No meio dessa disputa, estão os usuários, profissionais de SEO e marcas. Todos de olho nas consequências que essa mudança pode trazer para o dia a dia, para estratégias de Marketing de Conteúdo e para os negócios.

A seguir, falo sobre o que a implementação de inteligência artificial nos mecanismos de busca pode significar para o futuro do SEO e como marcas e profissionais podem se preparar.

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Tudo começou com o ChatGPT
 

O ChatGPT surgiu no final de 2022 como um modelo de linguagem de inteligência artificial treinado pela OpenAI. A ferramenta pode ser usada em aplicativos de conversação, sistemas de assistência virtual e em muitas outras aplicações nas quais a interação humana com o texto é importante. 

 

Chatbots inteligentes não são novidade. No entanto, o ChatGPT chamou a atenção de toda a internet pela capacidade de gerar textos coerentes e responder a perguntas sobre uma enorme variedade de tópicos, tudo de forma natural.

E, é claro, a novidade atrairia a atenção das gigantes da tecnologia. Recentemente, a Microsoft anunciou o investimento de US$10 bilhões na dona da ferramenta, com o objetivo de integrar o modelo a seu mecanismo de buscas, o Bing.

 

E se o ChatGPT já movimentou o mercado, a versão turbinada do Bing pode significar uma revolução ainda maior na forma como encontramos informações online. A tecnologia incorporada pelo mecanismo é ainda mais poderosa que o GPT-3.5, modelo atual do ChatGPT. Isto porque deve contar com uma versão mais atualizada e evoluída da I.A., o GPT-4.

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Google entra na disputa
 

O Google não poderia ficar para trás. A empresa está em alerta desde o ano passado, já que o lançamento da tecnologia do ChatGPT poderia representar uma ameaça à sua liderança no mercado de buscas online.

 

Poucos dias antes do anúncio oficial da Microsoft a respeito do futuro do Bing, o Google anunciou o Bard.

 

Trata-se de um chatbot semelhante ao da OpenAI, porém, com a tecnologia LaMDA, do próprio Google. 

 

A empresa não deu muitos detalhes sobre as funcionalidades e o poder do Bard. No entanto, compartilhou que pretende disponibilizar o acesso para o público nas próximas semanas.

 

O que sabemos é que a empresa investiu U$300 milhões na companhia de Inteligência Artificial Anthropic, fundada por ex-pesquisadores da OpenAI.

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Aparentemente, a briga vai ser boa, considerando o histórico de rivalidade entre as duas empresas e a importância que a incorporação de um chatbot inteligente pode significar para os mecanismos de busca como conhecemos hoje.
 

O futuro dos mecanismos de busca
 

Todas essas notícias não impactam somente os investidores da Microsoft e do Google. Avançar na incorporação de inteligência artificial a mecanismos de busca de forma eficiente pode trazer a próxima grande revolução da internet.

 

A forma como lidamos, hoje, com buscas online pode mudar completamente. Os resultados de pesquisas serão mais curtos, simples e objetivos. A experiência será mais humanizada, já que terá como base a linguagem natural. Além disso, teremos mais agilidade na busca de respostas específicas.

Mais do que ter uma resposta rápida e certeira, esse tipo de ferramenta inteligente pode ser associada a diferentes atividades do nosso dia a dia, seja para a nossa vida pessoal, seja para atividades relacionadas a nossa rotina de trabalho.

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Será possível resumir artigos, mudar o tom de voz de textos, construir listas, escrever pedaços de código… As possibilidades são literalmente infinitas.

 

No entanto, nem tudo são flores. Assim como o ChatGPT, o Bing nem sempre acerta a resposta. É possível ver a ferramenta fugindo do tema proposto e até trazendo informações inverídicas sobre determinado assunto ou notícia.

 

Outra questão polêmica está relacionada aos direitos autorais dos conteúdos que servem como fonte para o mecanismo da I.A. Isto porque, chatbots como o ChatGPT utilizam conteúdos já existentes como base para criar suas respostas. No entanto, parece ser impossível detectar plágio ou ter certeza da fonte das informações utilizadas.

 

Aparentemente, a tecnologia ainda tem um longo caminho pela frente. Mas, a julgar pelo início, já pode ser considerada revolucionária.

Fonte: Rock Content.

ENTREVISTAMOS UMA INTELIGÊNCIA ARTIFICIAL E FICAMOS SUPRESOS COM SUAS RESPOSTAS

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Isaac Asimov foi um escritor e bioquímico norte-americano, nascido na Rússia, autor de obras de ficção científica e divulgação científica. Asimov é considerado um dos mestres da ficção científica e, junto com Robert A. Heinlein(Robert Anson Heinlein foi um escritor de ficção científica norte-americano, engenheiro aeronáutico e oficial da marinha.) e Arthur C. Clarke (Arthur Charles Clarke, mais conhecido como Arthur C. Clarke foi um escritor e inventor britânico radicado no Sri Lanka, autor de obras de divulgação científica e de ficção científica como o conto The Sentinel, que deu origem ao filme 2001: Uma Odisseia no Espaço e o premiado Encontro com Rama.), foram considerados os "três grandes" dessa área da literatura.

 

Um dos maiores clássicos da literatura de ficção científica, Eu, Robô, escrito pelo Bom Doutor, Isaac Asimov é uma coletânea antológica de contos que foram escritos no decorrer da década de 1940 e o livro publicado originalmente em 1950.

A obra de Asimov nos apresentou, as importantíssimas “Três Leis da Robótica“, que são referenciadas até hoje. Robótica, aliás, uma palavra que não existia antes dos contos do bom professor.

Desde dos meados do século XX até a segunda década do século XXI, tivemos um avanço extraordinário, e nesses 23 anos do novo século, há muito ainda a ser descoberto e/ou a ser revelado a nós seres humanos que estamos fora desse eixo científico. Leia +